Com Beto Richa, Paraná passa RS e MG e é terceiro em investimentos no País

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O Paraná passou Rio Grande do Sul e Minas Gerais e já ocupa o terceiro lugar em ambiente de negócios e competitividade por investimentos no país. O ranking da consultoria britânica EIU (Economist Intelligence Unit), em parceria com o brasileiro CLP (Centro de Liderança Pública), mostra a ascensão do Paraná nos últimos dois anos, que saltou da quinta para a terceira colocação. As informações são da Folha de S. Paulo.

“Isso é resultado de um processo iniciado em 2011, construído com uma gestão eficiente com investimentos em infraestrutura, segurança, saúde, educação, tecnologia e inovação. Hoje o investidor encontra aqui no Paraná segurança jurídica, respeito aos contratos e um governo parceiro da iniciativa privada”, avalia o governador Beto Richa.

O ranking avaliou todos os Estados segundo o ambiente político, econômico, infraestrutura, regulação, recursos humanos, criminalidade, inovação e sustentabilidade. O período pesquisado foi de abril de 2013 a abril deste ano.

Beto Richa cita ainda a criação do programa Paraná Competitivo, que reinseriu o Estado na agenda dos investidores nacionais e internacionais e já contabilizou mais de R$ 35 bilhões em novos investimentos que estão criando 180 mil empregos em todas as regiões. “O Paraná vivencia o maior de industrialização da história. Em três anos atraímos o dobro de investimentos dos oito anos anteriores”, compara.

RANKING – O topo do ranking segue com São Paulo que, segundo os pesquisadores, dá sinais de esgotamento da atratividade, devido ao baixo crescimento, aumento da burocracia e redução dos gastos privados com pesquisa. O segundo posto continua, pelo terceiro ano, com o Rio.

Na avaliação dos pesquisadores a reviravolta ocorreu no terceiro lugar, ocupado nas duas pesquisas anteriores por Minas. A mudança decorre mais da ascensão econômica do Paraná do que da piora dos indicadores mineiros.

Cada Estado recebe uma nota, que vai de 0 a 100. Só São Paulo tem nota acima de 75, considerada de alta competitividade. A maioria tem nota fraca, abaixo de 50.

No caso do Paraná, que recebeu nota 63,9, houve um crescimento importante das exportações do agronegócio. O Estado melhorou em renda per capita, gastos privados com pesquisa e incentivos fiscais para política ambiental.

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