PR está próximo de zerar fila de UTI, diz Beto Richa

A fila por leitos de Unidade de Terapia Intensiva (UTI) está próxima de chegar ao fim no Paraná, e o reforço vem também da parceria do Governo do Estado com a iniciativa privada. Foi o que declarou o governador Beto Richa, candidato à reeleição pelo PSDB, que esteve na quarta-feira (6), no Hospital do Rocio, em Campo Largo, Região Metropolitana de Curitiba.

“Esse empreendimento é resultado do diálogo que temos com todos os setores da sociedade, é o respeito mútuo que se transforma em benefícios para a sociedade”, disse Richa. “Esse hospital, um dos maiores do Paraná, é um grande passo na consolidação da nossa rede de Urgência e Emergência”.

Quase a totalidade dos 1.200 leitos do novo hospital será disponibilizada para atendimentos de pacientes do Sistema Único de Saúde (SUS). Desse total, 305 são leitos de UTI, sendo 105 neonatal, que servirão também para o atendimento do Mãe Paranaense, programa implantado por Beto e que reduziu em 40% o índice de mortalidade materna e 10% a infantil no Estado.

“Sem o Governo do Estado não seria possível fazer essa obra. Recebemos muito apoio e agora temos plenas condições de atender com qualidade aos pacientes de várias regiões do Paraná”, disse um dos diretores do Hospital do Rocio, Luiz Ernesto Wendler.

Desde 2011, o Governo do Estado ampliou em 45% os leitos de UTI no Paraná. Com o Hospital do Rocio na RMC e as parcerias em outras regiões, até o fim deste ano serão 1.870 leitos de UTI.

“São 670 leitos a mais do que recebemos quando assumimos o governo. Eles são frutos de parcerias com instituições filantrópicas, privadas e também investimentos em hospitais públicos”, disse o secretário de Estado da Saúde, Michelle Caputo Neto.

Os novos leitos de UTI serão abertos em Palotina, Umuarama, Arapongas e Campina Grande do Sul. Com o funcionamento do Hospital do Rocio, será a primeira vez que o interior supera a capital em vagas de UTI.

O Hospital do Rocio conta com heliporto para facilitar o atendimento de urgência e emergência. O governo implantou o transporte aeromédico com aviões e helicópteros que ajudam a salvar vidas. As bases ficam em Curitiba, Londrina, Cascavel e Guarapuava.

O transporte aeromédico ajudou o Paraná a saltar para terceira posição em número de transplante de órgãos: de 180 transplantes, em 2010, para 458 no ano passado.

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