Beto nomeia Sérgio Kobayashi para a TV Educativa

Kobayashi vai comandar a TV Educativa

O governador Beto Richa nomeou o jornalista Sergio Kobayashi para a presidência da Rádio e Televisão Educativa do Paraná – RTVE.
Kobayashi, 58 anos, foi secretário de Comunicação de São Paulo na gestão José Serra, presidente da Imprensa Oficial do Estado de São Paulo no governo de Mario Covas, presidente da Fundação para o Desenvolvimento da Educação-FDE do Estado de São Paulo na administração Geraldo Alckmin e coordenador geral de Educação da cidade de São Paulo no governo de Gilberto Kassab. Presidiu a Associação Brasileira de Imprensas Oficiais – ABIO e coordenou o Fórum Permanente dos Jornais Oficiais dos Países de Língua Portuguesa, entre 1998 e 2003.

Consultor de estratégias de comunicação, marketing e redes sociais, teve expressiva participação nas eleições municipais das capitais, em 2004, pelo PSDB Nacional, quando ministrou cursos de ativismo eleitoral no Paraná, incluindo a campanha vitoriosa de Beto Richa à Prefeitura de Curitiba. Também integrou a equipe que reelegeu Richa governador do Paraná, em 2014, quando articulou e orientou a inovadora “Tenda Digital”, projeto de ativismo digital que mobilizou milhares de militantes em todo o Paraná e no segundo turno da eleição presidencial foi encampado por Aécio Neves.

Respeitado e conhecido nacionalmente, Kobayashi participou de dezenas de campanhas eleitorais nacionais, estaduais e municipais, participou das comissões executivas das campanhas “Diretas Já” e os plebiscitos do “Parlamentarismo” e “Desarmamento”. É autor de livros de marketing eleitoral pelas editoras Senac e Ateliê. Assessorou a Liderança do PMDB no Congresso Nacional Constituinte em 1987/88, quando iniciou profícuo relacionamento com o então senador José Richa.

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NOTA AOS AMIGOS DAS REDES SOCIAIS

No dia de ontem participei de sucessivas reuniões no Palácio Iguaçu, quando tive honrosa oportunidade de fazer interlocução com lideranças políticas, empresariais e imprensa do estado do Paraná.

A pauta das reuniões foi intensa e proveitosa para todas as partes e quase integralmente dedicada às ações que discutimos com o Senhor Governador Beto Richa.

A título de subsídios a outros interessados, e para que interpretações equivocadas não surjam, faço aqui breve resumo do que ontem publicamente falei:

1. Aceitei o honroso convite que me fez o Governador Beto Richa por conhecer a sua vocação de homem público, os bons propósitos que o fazem governador reeleito, pela liderança que o estado do Paraná exerce no contexto nacional e pela certeza de que o nosso trabalho seja proveitoso ao povo paranaense.

2. Alertei que o Paraná, apesar de muito bem organizado e gerido pela equipe que ora encerra um ciclo de governo, presentemente, está quase no limite prudencial das ações financeiras.

3. O Paraná sofre de vícios herdados de exercícios anteriores ao atual, onde as finanças públicas foram fixadas em um tripé frouxo de certeza arrecadatória: combustíveis, telecomunicações e energia.

4. Consciente sobre o especial e tormentoso momento pela qual passa o Brasil, sugeri que medidas apropriadas sejam adotadas, objetivando que o governo paranaense possa continuar os seus reconhecidos e premiados programas sociais e administrativos, e com vistas ao desenvolvimento a que faz jus.

5. A governabilidade passa sempre por ajustes. É mister permanente ao bom governante; e o Paraná faz o seu dever. O governador Beto Richa, independente dos apelos populistas ou eleitoreiros, tem visão estadista. E, como tal, deve ser parabenizado pela ousadia de propor ajustes efetivos e perenes, para que no futuro não precise administrar com apelativos e improvisos.

Mauro Ricardo Costa
09 de dezembro de 2014.

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Nota de esclarecimento à população do Paraná.

Aposentados
Em meio à polêmica sobre a taxação dos aposentados, muito foi dito e pouco foi esclarecido. Então, vamos falar a verdade. A tabela é esclarecedora!
O Paraná é o último estado da Federação a aplicar a taxação de 11%.
A cobrança será feita de quem ganha acima do teto do INSS e recebe pelo ParanáPrevidência (principalmente alguns membros do Judiciário e do Ministério Público). O imposto será cobrado só sobre o valor que exceder o teto, hoje em (R$4.390,24. Assim, um funcionário que tem aposentadoria de R$ 5 mil terá de pagar a partir de agora R$ 66 por mês.
Salário Vai pagar
R$ 5.000 R$ 66
R$ 6.000 R$ 176
R$ 7.000 R$ 286
R$ 8.000 R$ 396
R$ 9.000 R$ 506
R$ 10.000 R$ 616
R$ 11.000 R$ 726
R$ 12.000 R$ 836
R$ 13.000 R$ 946
R$ 14.000 R$ 1.056
R$ 15.000 R$ 1.166
R$ 16.000 R$ 1.276
R$ 17.000 R$ 1.386
R$ 18.000 R$ 1.496
R$ 19.000 R$ 1.606
R$ 20.000 R$ 1.716
R$ 21.000 R$ 1.826
R$ 22.000 R$ 1.936
R$ 23.000 R$ 2.046
R$ 24.000 R$ 2.156
R$ 25.000 R$ 2.266
R$ 26.000 R$ 2.376
R$ 27.000 R$ 2.486
R$ 28.000 R$ 2.596
R$ 29.000 R$ 2.706

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Comerciantes e moradores exigem solução para problema do Viaduto do Capanema

Problemas de drogas, furtos, lixo e falta de higiene, entre outros, levam moradores e comerciantes a se reunirem nesta terça-feira (9), a partir das 19 horas, no Edifício Real Plaza Flat Residencemoradores_de_rua_100913

Há alguns anos a Viaduto Capanema se transformou em abrigo para sem-teto e usuários de drogas. O problema teve início quando o Restaurante Popular da Prefeitura de Curitiba, que funcionava na construção embaixo do viaduto, foi desativado. Atualmente, o local é usado como arquivo morto pelo SETRAN.

Cansados com os problemas de violência e furtos, causados principalmente pelos usuários de entorpecentes, de lixo e falta de higiene, uma vez que os desabrigados fazem suas necessidades no local, os comerciantes, síndicos e moradores da região marcaram uma reunião para discutir soluções e solicitar medidas urgentes ao poder público para resolver definitivamente a problemática que se estende há anos.DSC00075

A sugestão da população é a ocupação da construção, com a instalação de uma feira de artesanato, rua da cidadania ou uma oficina da terceira idade, para inibir a permanência de desocupados no local. O encontro acontece nesta terça-feira (9), a partir das 19 horas, no saguão do Edifício Real Plaza Flat Residence.download (1)

Operação Verão começa no dia 20 de dezembro nas praias do Paraná

A Operação Verão do Governo do Paraná terá início no próximo dia 20 de dezembro. A data marcará a abertura da temporada de verão 2014/2015 nos sete municípios do Litoral e terá duração de 61 dias. Até o dia 18 de fevereiro os municípios terão reforço de órgãos estaduais para ampliar os serviços de saúde, coleta de lixo e limpeza das praias e segurança. O subcomandante do Corpo de Bombeiros do Litoral, major Edson de Oliveira Ávila, afirma que a expectativa para a operação aumenta a cada ano. “Isso se deve ao crescente número de veranistas que tem vindo às praias do Paraná”. Nesta temporada, 859 bombeiros vão atuar em 99 postos espalhados pela costa paranaense.

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Iniciativa da prefeitura gera insegurança para o mercado e contribuintes

Iniciativa da prefeitura gera insegurança para o mercado e contribuintes

O recente projeto para aumentar o IPTU e o ITBI podem inibir os investimentos privados e onerar ainda mais a população

 

A população curitibana desconhece os impactos negativos que o aumento do Imposto sobre a Propriedade Predial e Territorial Urbana (IPTU) e o Imposto Sobre Transmissões de Bens Imóveis (ITBI) pode trazer para toda a sociedade. A proposta para tais aumentos está tramitando na Câmara Municipal de Curitiba e deve ser votada pelos parlamentares até o próximo dia 15 de dezembro, quando inicia o recesso parlamentar. O tema foi apresentado na manhã desta quinta-feira (27), na sede do Secovi-PR para empresários do setor imobiliário. Pesquisa recente, realizada pelo Instituto Brasileiro de Planejamento e Tributação (IBPT), aponta que o brasileiro destina o valor equivalente a cinco meses de trabalho no ano apenas para o pagamento de impostos.unnamed (1)

 

Segundo a proposta emitida pela prefeitura, para os impostos aponta aumentos acrescidos ao Índice de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA), número oficial da inflação no país, cuja tendência é a de continuar aumentando. Hoje o incide está na casa de 6,59% (divulgado em outubro).

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“A proposta leva em conta um aumento de 5% mais IPCA para 2015, de 4% mais IPCA para 2016 e novamente 4% mais IPCA para 2007”, alerta Maurício Ribas Moritiz, presidente do Instituto Paranaense de Pesquisa e Desenvolvimento do Mercado Imobiliário e Condominial e vice-presidente de Economia e Estatística do Secovi-PR. De acordo com ele, a proposta poderá representar um aumento superior a 30% nos próximos anos, considerando que a inflação se mantenha no mesmo patamar.

 

Já nos terrenos sem construção, os aumentos pretendidos são ainda maiores. Para 2015, a proposta é de um percentual de 8% mais o IPCA, 2016 outros 7% mais IPC e 2017 novos 7% mais IPCA. unnamed (3)

 

Futuro incerto

Ainda de acordo com Moritz, a população poderá ter mais surpresas no futuro próximo, pois a prefeitura já está realizando estudos técnicos para alterar a planta genérica dos valores imobiliários. Segundo ele, a planta genérica regula o valor venal do imóvel (valor de mercado realizado de forma massaficada, sem a análise do imóvel propriamente dita, e setorizada).

 

“Dessa forma, um imóvel de R$ 200 mil pode ter seu valor alterado para R$ 600 mil, ou seja, uma valorização de 200%, o que acarretará diretamente em um novo aumento do IPTU”, exemplifica.

 

Nos valores de IPTU praticados hoje, calculados hipoteticamente com uma valorização de 200% no valor do imóvel [por meio de alteração planta genérica], acarretaria em um aumento de aproximados R$ 1,5 mil para R$ 3 mil no imposto, sem contar ainda a alteração proposta neste momento pela prefeitura.

 

Compra e venda de imóveis

 

A medida apresentada pela prefeitura tem uma proposta de aumento de ITBI que, certamente, vai desacelerar ainda mais o volume de negociações imobiliárias. “Em novembro de 2004 ocorreu um aumento nessa alíquota de 20% e agora estão apresentando um novo aumento de mais 21% sobre o valor atual, que corresponde a um aumento superior a 44% nos últimos 10 anos”, pondera Luciano Tomazini, vice-presidente de vendas do Secovi-PR.

 

“Com isso, poderá aumentar a pratica dos contratos de gaveta, quando as pessoas deixam de fazer o Registro de Imóveis, por conta do pagamento do ITBI, diminuindo a arrecadação”, explica Tomazini. Para o mercado, a iniciativa é extremamente prejudicial, tendo em vista que o tempo para se realizar um negócio já aumentou sensivelmente neste último ano.

 

Evolução da arrecadação municipal nos últimos 10 anos

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Em 2004, a arrecadação de IPTU era de aproximadamente R$ 229 milhões e em 2014 obteve-se aproximadamente R$ 371 milhões, um crescimento de 62% no período.

 

Já o Imposto Sobre Serviços (ISS), apresentou uma elevação de 214% na última década, passando de R$ 287 milhões em 2004 para R$ 902 milhões atuais. No caso do ITBI, a evolução no mesmo período foi de 506%, de R$ 45 milhões para R$ 273 milhões.unnamed (3)

 

Entidades fazem oposição ao aumento do IPTU e ITBI em Curitiba

 A Câmara Municipal de Curitiba realizou audiência pública para discutir as propostas apresentadas pela prefeitura para aumentar, para o exercício de 2015, as taxas do Imposto sobre a Propriedade Predial e Territorial Urbana (IPTU) e o Imposto Sobre Transmissões de Bens Imóveis (ITBI). A votação do tema, pelos vereadores, deve ocorrer até o próximo dia 15 de dezembro, quando os parlamentares entram em recesso.

 

A reunião contou com a participação da secretária de Finanças de Curitiba, Eleonora Fruet, que falou sobre a necessidade orçamentária do município, e de representantes dos setores da sociedade contrários aos aumentos: o presidente do Secovi-PR, Luis Antônio Laurentino; o presidente do Sinduscon-PR, José Eugenio Souza de Bueno Gizzi; entre dezenas de empresários e contribuintes, que estavam reunidos para sensibilizar os vereadores ao risco que tais medidas podem provocar para a sociedade curitibana neste momento econômico.

 

Segundo dados apresentados pelo setor da construção civil e habitação, Curitiba já apresenta uma das taxas mais elevadas de ITBI do país [sexta maior] e se a propostas da Prefeitura for aceita pelos vereadores ficará 0,1 ponto percentual atrás dos quatro capitais que têm as taxas mais altas (3%). Ainda de acordo com os dados apresentados 11 capitais do país, incluindo São Paulo e Rio de Janeiro, têm taxas de 2%.

 

“Somos totalmente contrários a esses aumentos, uma vez que percebemos a fragilidade do momento econômico ao qual o país está passando”, argumentou Laurentino. “O setor que representamos está apresentando aumentos suscetíveis nos prazos para venda e locação de imóveis e isso é muito preocupante”, apontou.

 

A apresentação realizada pelo presidente do Sinduscon-PR, mostrou que a arrecadação com IPTU na última década aumentou 62%, a de Imposto Sobre Serviços (ISS) em 214% e a de ITBI em 506%, no mesmo período. Segundo Gizzi, a aprovação deste projeto de lei pode gerar um efeito contrário. “Podemos ver, ao invés de um aumento na arrecadação, a inibição dos investimentos no setor”, defendeu.

 A secretária Fruet, por sua vez, atribuiu como um das necessidades em se aumentar os tributos à capacidade de investimento do município em saúde, educação e, também, para equacionar a defasagem proveniente da taxa de coleta de lixo. Segundo dados oficiais, a inadimplência no IPTU está na casa dos 12%.